FEEB-PR (PR) • NOTÍCIAS • 22/6/2010
Apenas 28 categorias tiveram índices de reajuste inferiores ao da inflação. O Balanço dos Pisos Salariais Negociados em 2009 aponta ainda que 96% das negociações para reajuste de pisos salariais resultaram, no mínimo, na reposição das perdas salariais ocorridas desde a última data-base.
Apesar dos efeitos que a crise internacional impôs à economia brasileira, a partir do último trimestre de 2008, nada menos do que 590 categorias de trabalhadores - 93% do total de 635 categorias pesquisadas - conquistaram aumento real de salários nas negociações que mantiveram com as empresas no ano passado revelou, na última sexta-feira (18), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Apenas 28 categorias tiveram índices de reajuste inferiores ao da inflação. O Balanço dos Pisos Salariais Negociados em 2009 aponta ainda que 96% das negociações para reajuste de pisos salariais resultaram, no mínimo, na reposição das perdas salariais ocorridas desde a última data-base.
Luís Ribeiro, o técnico do Dieese responsável pela pesquisa, disse que 6% dos reajustes se deram sobre pisos salariais de até R$ 465 e outros 25% entre R$ 465 e R$ 500. A faixa de R$ 500 a R$ 600 representou 37% dos pisos reajustados. De R$ 600 a R$ 700, quase 15%. A faixa de R$ 700 a R$ 800 representou 7% dos pisos pesquisados. Negociações sobre pisos superiores a R$ 800 representaram 10% do total.
De acordo com o analista, o sucesso na maioria das negociações está diretamente ligado à conjuntura econômica de crescimento e ao aumento do número de empregos formais.
"As negociações estão conseguindo trazer para os salários esses ganhos que estão sendo vistos na sociedade".
No setor rural, que paga os salários mais baixos, 97% dos pisos salariais tiveram aumento real em 2009. Mas os maiores índices de aumento foram conquistados pelos trabalhadores nas negociações com a indústria.
O setor industrial foi o que mais concedeu aumentos reais superiores a 10%. Em contrapartida, também foi na indústria que o Dieese identificou maior perda no piso salarial.
No comércio, segundo o Dieese, houve maior concentração dos reajustes nas faixas de aumento real entre 2,01% a 6% acima da taxa de inflação. E no setor de serviços a pesquisa identificou a maior incidência de reajustes abaixo da variação do INPC, assim como a maior proporção de reajustes iguais à inflação e com aumentos reais de até 2% entre os segmentos analisados.
O Dieese ressaltou, contudo, que isso não significa que os menores pisos salariais estejam concentrados nos serviços.
Em valores absolutos, metade dos pisos ficou abaixo de R$ 540 mensais.
"Se, por um lado, é possível destacar o bom desempenho da negociação dos pisos salariais em 2009 no que diz respeito, especificamente, aos reajustes, por outro, chama atenção o fato de que os valores dos pisos ainda são fortemente referenciados pelo salário mínimo", assinala o Dieese. (Fonte: Brasília Confidencial)
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Agenda - Fórum Metropolitano do Trabalho
No dia 30 de junho será realizado em Cosmópolis mais um evento do Fórum Metropolitano do Trabalho das 9h00 às 13h00.
Serão apresentados os dados do CAGED de maio para a RMC e será feita uma aula sobre indicadores do mercado de trabalho.
A programação será divulgada em breve.
Serão apresentados os dados do CAGED de maio para a RMC e será feita uma aula sobre indicadores do mercado de trabalho.
A programação será divulgada em breve.
Melhor maio da série histórica do CAGED para o país: 298.041 vagas
O saldo de vagas no Brasil apresentou o melhor maio da série histórica. Foram 298.041 postos de trabalho em maio, crescimento de 0,90% no estoque de emprego. Em relação ao mês anterior, houve uma queda do saldo de 2,3% (305.068 vagas em abril) e em relação ao mesmo mês do ano anterior houve um crescimento de 126,5% (131.557 vagas). O saldo acumulado nos cinco primeiros meses do ano chegou a 1.260.368 vagas (crescimento de 3,8% do estoque no ano), em 2009 o saldo para o período havia sido de apenas 180.011 vagas. O saldo gerado nos primeiros cinco meses de 2010 já superou o total gerado ao longo de 2009 (995.110 vagas) e foi o melhor período da série histórica (19,8% acima do mesmo período de 2008, melhor resultado até então com 1.051.946 vagas). O setor que mais contribuiu para esse crescimento foi a Serviços com 86.104 vagas.
Na Região Metropolitana de Campinas foram gerados 6.651 postos de trabalho (dados de Holambra inclusos), um crescimento de 0,82% sobre o estoque de mão de obra de abril e queda do saldo de 7,1% em relação ao mês anterior (abril de 2010 com 7.161 vagas). No acumulado do ano já são 32.417 vagas, saldo bastante superior ao mesmo período de 2009 (1.935 vagas). Esse período foi o melhor da RMC desde sua criação em 2000). O destaque na RMC foi o setor de Serviços com 2.101 vagas,
Campinas acompanhou o crescimento do país apresentando saldo de 2.143 vagas (3º melhor resultado do Estado de São Paulo, ficando atrás do município de São Paulo e Matão), o que corresponde a 32,5% do total de vagas geradas na RMC. Esse número foi 306,6% superior ao resultado de maio de 2009 (527 vagas) e 25,6% superior ao saldo de abril de 2010 (1.706 vagas). Maio apresentou o segundo melhor resultado do ano. No ano já são 8.777 vagas, resultado bastante superior as 1.440 vagas do mesmo período de 2009 (509,5% de crescimento). Em apenas cinco meses, Campinas conseguiu gerar um saldo 66,6% superior ao gerado em todo o ano de 2009 (5.268 vagas). O acumulado dos cinco primeiros meses do ano foi o segundo melhor do município, perdendo apenas para 2008 (9.433 vagas).
O destaque no município foi novamente o setor de Serviços com uma geração de 1.040 postos de trabalho, 85,4% superior a maio do ano anterior e aumento de 98,5% em relação ao mês anterior (abril de 2010 com 524 vagas). O Comércio veio logo em seguida com 938 postos de trabalho, saldo 221,2% superior ao mesmo mês do ano anterior e 117,6% superior a abril de 2010 (431 vagas). As vendas do dia das mães e para a copa do mundo auxiliaram nesse resultado. A Indústria da Transformação apresentou saldo de 162 vagas, queda de 50,2% no saldo em relação ao mês anterior (325 vagas). A Construção Civil teve saldo positivo de apenas 27 vagas os demais setores apresentaram saldo negativo.
Na Região Metropolitana de Campinas foram gerados 6.651 postos de trabalho (dados de Holambra inclusos), um crescimento de 0,82% sobre o estoque de mão de obra de abril e queda do saldo de 7,1% em relação ao mês anterior (abril de 2010 com 7.161 vagas). No acumulado do ano já são 32.417 vagas, saldo bastante superior ao mesmo período de 2009 (1.935 vagas). Esse período foi o melhor da RMC desde sua criação em 2000). O destaque na RMC foi o setor de Serviços com 2.101 vagas,
Campinas acompanhou o crescimento do país apresentando saldo de 2.143 vagas (3º melhor resultado do Estado de São Paulo, ficando atrás do município de São Paulo e Matão), o que corresponde a 32,5% do total de vagas geradas na RMC. Esse número foi 306,6% superior ao resultado de maio de 2009 (527 vagas) e 25,6% superior ao saldo de abril de 2010 (1.706 vagas). Maio apresentou o segundo melhor resultado do ano. No ano já são 8.777 vagas, resultado bastante superior as 1.440 vagas do mesmo período de 2009 (509,5% de crescimento). Em apenas cinco meses, Campinas conseguiu gerar um saldo 66,6% superior ao gerado em todo o ano de 2009 (5.268 vagas). O acumulado dos cinco primeiros meses do ano foi o segundo melhor do município, perdendo apenas para 2008 (9.433 vagas).
O destaque no município foi novamente o setor de Serviços com uma geração de 1.040 postos de trabalho, 85,4% superior a maio do ano anterior e aumento de 98,5% em relação ao mês anterior (abril de 2010 com 524 vagas). O Comércio veio logo em seguida com 938 postos de trabalho, saldo 221,2% superior ao mesmo mês do ano anterior e 117,6% superior a abril de 2010 (431 vagas). As vendas do dia das mães e para a copa do mundo auxiliaram nesse resultado. A Indústria da Transformação apresentou saldo de 162 vagas, queda de 50,2% no saldo em relação ao mês anterior (325 vagas). A Construção Civil teve saldo positivo de apenas 27 vagas os demais setores apresentaram saldo negativo.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Seminário sobre Georreferenciamento
Foi realizado ontem o seminário sobre Georreferenciamento de Informações do Mercado de Trabalho de Campinas.
O evento contou com a participação da secretária de Trabalho e Renda, Maristela Braga, Inaê Batistoni (representante do Instituto Lidas), Antonio Ibarra (coordenador do Núcleo de Produção de Informações/DIEESE) e Adriana Jungbluth (técnica do Observatório do Trabalho.
Estiveram presentes em torno de 20 pessoas, dentre gestores municipais, membros do CPAT, entre outros. Foi apresentado o sistema atual de georreferenciamento (disponível em www.campinas.sp.gpv.br/observatório) e o novo sistema de georreferenciamento que possibilitará a criação de mapas online cruzando diversas informações, além da inserção de bases de dados locais.
Este sistema será implantado em breve.
O estudo temático realizado para o seminário encontra-se no seguinte link:
http://www.bpm.org.br/index.php/por/Trabalho-e-Renda/Observatorio-do-Trabalho-de-Campinas
Não deixe de visitar!
O evento contou com a participação da secretária de Trabalho e Renda, Maristela Braga, Inaê Batistoni (representante do Instituto Lidas), Antonio Ibarra (coordenador do Núcleo de Produção de Informações/DIEESE) e Adriana Jungbluth (técnica do Observatório do Trabalho.
Estiveram presentes em torno de 20 pessoas, dentre gestores municipais, membros do CPAT, entre outros. Foi apresentado o sistema atual de georreferenciamento (disponível em www.campinas.sp.gpv.br/observatório) e o novo sistema de georreferenciamento que possibilitará a criação de mapas online cruzando diversas informações, além da inserção de bases de dados locais.
Este sistema será implantado em breve.
O estudo temático realizado para o seminário encontra-se no seguinte link:
http://www.bpm.org.br/index.php/por/Trabalho-e-Renda/Observatorio-do-Trabalho-de-Campinas
Não deixe de visitar!
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Ipea aponta boas perspectivas para o emprego no futuro
BLOG DA MIRIAN GASPARIN (PR) • NOTÍCIA • 15/6/2010 • 17:37:00
O mercado de trabalho metropolitano registrou bom desempenho no primeiro trimestre de 2010, com melhora significativa dos principais indicadores em comparação com igual período de 2009. A análise está no Boletim Mercado de Trabalho: Conjuntura e análise n° 43, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o boletim, há boas perspectivas para o emprego no futuro imediato.
Além da seção de análise do mercado de trabalho, o boletim traz três notas técnicas. Na primeira, são analisados analisa os principais conceitos de mercado de trabalho adotados na nova pesquisa a ser implementada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que integrará a PNAD e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
Na segunda nota técnica são apresentados os principais resultados de duas experiências da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no interior do Brasil. A terceira nota técnica trata da avaliação do grau de concordância ou discordância dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego, e da PME, do IBGE.
A seção Economia solidária e políticas públicas traz as visões expressas nos documentos da primeira e da segunda edição da Conferência Nacional da Economia Solidária sobre as relações que esta forma alternativa de organização do trabalho estabelece com as estratégias de desenvolvimento do Brasil.
O mercado de trabalho metropolitano registrou bom desempenho no primeiro trimestre de 2010, com melhora significativa dos principais indicadores em comparação com igual período de 2009. A análise está no Boletim Mercado de Trabalho: Conjuntura e análise n° 43, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o boletim, há boas perspectivas para o emprego no futuro imediato.
Além da seção de análise do mercado de trabalho, o boletim traz três notas técnicas. Na primeira, são analisados analisa os principais conceitos de mercado de trabalho adotados na nova pesquisa a ser implementada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que integrará a PNAD e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME).
Na segunda nota técnica são apresentados os principais resultados de duas experiências da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no interior do Brasil. A terceira nota técnica trata da avaliação do grau de concordância ou discordância dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego, e da PME, do IBGE.
A seção Economia solidária e políticas públicas traz as visões expressas nos documentos da primeira e da segunda edição da Conferência Nacional da Economia Solidária sobre as relações que esta forma alternativa de organização do trabalho estabelece com as estratégias de desenvolvimento do Brasil.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Seminário: Sistema de Informações Georreferenciadas
O Mercado de Trabalho Formal em Campinas sob a Ótica do Georreferenciamento
17 de Junho de 2010
CPAT – Centro Público de Apoio ao Trabalhador – Campinas
Avenida Dr. Campos Sales, 427 - Centro
14h00 às 17h00
14h00 Abertura
Maristela Braga – Secretária de Trabalho e Renda da Prefeitura de Campinas
14h20 O que é o Sistema de Informações Georreferenciadas?
Inaê Batistoni - Representante do Instituto Lidas
14h50 A aplicação do Georreferenciamento para análise do Mercado de Trabalho
Antonio Ibarra - Coordenação do Núcleo de Produção de Informações NPI/DIEESE
15h20 Passeio pelo site de Informações Georreferenciadas do Município de Campinas e principais resultados
Adriana Jungbluth - DIEESE/Observatório do Trabalho
16h20 Debate
17h00 Encerramento
17 de Junho de 2010
CPAT – Centro Público de Apoio ao Trabalhador – Campinas
Avenida Dr. Campos Sales, 427 - Centro
14h00 às 17h00
14h00 Abertura
Maristela Braga – Secretária de Trabalho e Renda da Prefeitura de Campinas
14h20 O que é o Sistema de Informações Georreferenciadas?
Inaê Batistoni - Representante do Instituto Lidas
14h50 A aplicação do Georreferenciamento para análise do Mercado de Trabalho
Antonio Ibarra - Coordenação do Núcleo de Produção de Informações NPI/DIEESE
15h20 Passeio pelo site de Informações Georreferenciadas do Município de Campinas e principais resultados
Adriana Jungbluth - DIEESE/Observatório do Trabalho
16h20 Debate
17h00 Encerramento
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Acesso aos estudos do Observatório do Trabalho
Para fazer o download dos estudos realizados pelo Observatório do Trabalho de Campinas, acesse: http://www.bpm.org.br/index.php/por/Trabalho-e-Renda/Observatorio-do-Trabalho-de-Campinas
terça-feira, 8 de junho de 2010
Agenda: Seminário de Georreferenciamento
NO próximo dia 17/06 (quinta-feira) às 14h00 ocorrerá mais um seminário do Observatório do Trabalho sobre o Sistema de Informações Georreferenciadas. A programação e o local serão divulgados em breve. Contamos com sua participação.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Relatório Mensal de Maio - principais resultados
Região Metropolitana de Campinas (RMC)
- O saldo de vagas em abril na RMC foi de 7.161 vagas, resultado 2,8% superior ao verificado no mês anterior (6.964 vagas) e mais que o dobro do saldo de abril de 2009 (3.085 vagas).
- O setor que mais contribuiu para o crescimento da RMC em abril foi o setor da Indústria da Transformação com 2.075 vagas, equivalente a 29% das vagas geradas na região. Dentro desse setor, o destaque foi a Indústria do material de transporte (Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores e Fabricação de veículos ferroviários) com vagas com 710 vagas (34,2% das vagas do setor) e a Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecido com 465 vagas, isto é, 22,4% das vagas.
- O setor de Serviços foi o segundo a gerar maior saldo, ficando responsável por 28,6% do total de vagas geradas na RMC. Os destaques foram Transportes e Telecomunicações e Serviços de alojamento, alimentação, reparação e manutenção.
- Os estabelecimentos com mais de 4 empregados tiveram saldo de 4.440 vagas ( 62%), enquanto os com 4 ou menos empregados tiveram apenas 2.721 vagas, tendência inversa da verificada em 2009.
- O salário médio de admissão em abril foi de R$ 974 na RMC, 19,35% superior ao salário médio de admissão no país. O município que apresentou maior salário médio de admissão na região foi Hortolândia com R$ 1.258, seguido por Jaguariúna com R$ 1.136 e por Americana R$ 1.063.
- A família ocupacional que apresentou maior saldo em abril foi a de Agentes, assistentes e auxiliares administrativos com saldo de 741 vagas (10,3% do total), seguida pela família dos Alimentadores de linhas de produção com 577 vagas.
- O saldo de homens foi de 5.262 vagas, isto é 73,5% das vagas em abril foram preenchidas exclusivamente por homens.
- Em relação à faixa etária, houve um equilíbrio na contratação de jovens até 24 anos (3.853 vagas) e de adultos de 25 a 64 ano (3.322 vagas).
- Quanto à escolaridade, quase metade das vagas (49,7%, 3.557 vagas) foram preenchidas por trabalhadores com ensino médio completo.
- Município de Campinas
- Campinas apresentou em abril o maior saldo da região com 23,8% das vagas e um saldo de 1.706 postos de trabalho.
- O setor de atividade que mais contribuiu para o crescimento do emprego em Campinas foi o setor de Serviços com 524 vagas, participação de 30,7% do total de vagas geradas no município. Dentro desse setor o destaque foi para Transportes e comunicações e Serviços de alojamento, alimentação, reparação e manutenção.
- O segundo setor que mais gerou vagas para o saldo do município foi a Construção Civil com 465 vagas e 27,3% do total das vagas. Esse saldo representou um crescimento de 45,8% em relação ao mesmo período de 2009 (319 vagas) e foi quatro vezes maior que o mês imediatamente anterior (111 vagas).
- O conjunto dos estabelecimentos com mais de quatro empregados teve saldo de 855 vagas (51,9%), enquanto os com quatro ou menos empregados tiveram 851 vagas.
- A família ocupacional que apresentou maior saldo foi a de Agentes, assistentes e auxiliares administrativos com 289 vagas (16,9% do total) e com salário médio de admissão de R$ 913 e de desligamento de R$ 930 apresentando uma relação de 98,1, isto é, o salário dos admitidos foi, em média, 1,9% inferior ao salário dos desligados.
- O saldo de vagas preenchidas por homens permanece mais elevado do que o saldo preenchido por mulheres, tendência distinta da verificada ao longo de 2009. O saldo de homens em Campinas foi de 1.323 vagas, isto é 77,5% das vagas.
- Em relação à faixa etária, o saldo de jovens com até 24 anos (1.231 vagas) foi bastante superior ao de adultos de 25 a 64 anos (483 vagas).
- Em relação escolaridade, a tendência verificada em 2009 e no primeiro trimestre de 2010, de maior saldo preenchido por pessoas com ensino médio completo, permaneceu. Percentual elevado das vagas (734 vagas, 43,0%) foi preenchido por trabalhadores com ensino médio completo
- No CPAT (Centro Público de Apoio ao Trabalhador) se inscreveram 1.463 pessoas em busca de vagas de trabalho. Uma em cada quatro pessoas que se inscreveram possuía entre 30 a 39 anos e uma em cada três pessoas era do sexo feminino. A grande maioria possuía ensino médio completo (45,9%) e estava desempregada (87,5%). O número de vagas ofertadas no mês foi de 122 vagas sendo a mais ofertada de Operador de telecobrança, seguida por Auxiliar de cozinha.
- O saldo de vagas em abril na RMC foi de 7.161 vagas, resultado 2,8% superior ao verificado no mês anterior (6.964 vagas) e mais que o dobro do saldo de abril de 2009 (3.085 vagas).
- O setor que mais contribuiu para o crescimento da RMC em abril foi o setor da Indústria da Transformação com 2.075 vagas, equivalente a 29% das vagas geradas na região. Dentro desse setor, o destaque foi a Indústria do material de transporte (Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores e Fabricação de veículos ferroviários) com vagas com 710 vagas (34,2% das vagas do setor) e a Indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecido com 465 vagas, isto é, 22,4% das vagas.
- O setor de Serviços foi o segundo a gerar maior saldo, ficando responsável por 28,6% do total de vagas geradas na RMC. Os destaques foram Transportes e Telecomunicações e Serviços de alojamento, alimentação, reparação e manutenção.
- Os estabelecimentos com mais de 4 empregados tiveram saldo de 4.440 vagas ( 62%), enquanto os com 4 ou menos empregados tiveram apenas 2.721 vagas, tendência inversa da verificada em 2009.
- O salário médio de admissão em abril foi de R$ 974 na RMC, 19,35% superior ao salário médio de admissão no país. O município que apresentou maior salário médio de admissão na região foi Hortolândia com R$ 1.258, seguido por Jaguariúna com R$ 1.136 e por Americana R$ 1.063.
- A família ocupacional que apresentou maior saldo em abril foi a de Agentes, assistentes e auxiliares administrativos com saldo de 741 vagas (10,3% do total), seguida pela família dos Alimentadores de linhas de produção com 577 vagas.
- O saldo de homens foi de 5.262 vagas, isto é 73,5% das vagas em abril foram preenchidas exclusivamente por homens.
- Em relação à faixa etária, houve um equilíbrio na contratação de jovens até 24 anos (3.853 vagas) e de adultos de 25 a 64 ano (3.322 vagas).
- Quanto à escolaridade, quase metade das vagas (49,7%, 3.557 vagas) foram preenchidas por trabalhadores com ensino médio completo.
- Município de Campinas
- Campinas apresentou em abril o maior saldo da região com 23,8% das vagas e um saldo de 1.706 postos de trabalho.
- O setor de atividade que mais contribuiu para o crescimento do emprego em Campinas foi o setor de Serviços com 524 vagas, participação de 30,7% do total de vagas geradas no município. Dentro desse setor o destaque foi para Transportes e comunicações e Serviços de alojamento, alimentação, reparação e manutenção.
- O segundo setor que mais gerou vagas para o saldo do município foi a Construção Civil com 465 vagas e 27,3% do total das vagas. Esse saldo representou um crescimento de 45,8% em relação ao mesmo período de 2009 (319 vagas) e foi quatro vezes maior que o mês imediatamente anterior (111 vagas).
- O conjunto dos estabelecimentos com mais de quatro empregados teve saldo de 855 vagas (51,9%), enquanto os com quatro ou menos empregados tiveram 851 vagas.
- A família ocupacional que apresentou maior saldo foi a de Agentes, assistentes e auxiliares administrativos com 289 vagas (16,9% do total) e com salário médio de admissão de R$ 913 e de desligamento de R$ 930 apresentando uma relação de 98,1, isto é, o salário dos admitidos foi, em média, 1,9% inferior ao salário dos desligados.
- O saldo de vagas preenchidas por homens permanece mais elevado do que o saldo preenchido por mulheres, tendência distinta da verificada ao longo de 2009. O saldo de homens em Campinas foi de 1.323 vagas, isto é 77,5% das vagas.
- Em relação à faixa etária, o saldo de jovens com até 24 anos (1.231 vagas) foi bastante superior ao de adultos de 25 a 64 anos (483 vagas).
- Em relação escolaridade, a tendência verificada em 2009 e no primeiro trimestre de 2010, de maior saldo preenchido por pessoas com ensino médio completo, permaneceu. Percentual elevado das vagas (734 vagas, 43,0%) foi preenchido por trabalhadores com ensino médio completo
- No CPAT (Centro Público de Apoio ao Trabalhador) se inscreveram 1.463 pessoas em busca de vagas de trabalho. Uma em cada quatro pessoas que se inscreveram possuía entre 30 a 39 anos e uma em cada três pessoas era do sexo feminino. A grande maioria possuía ensino médio completo (45,9%) e estava desempregada (87,5%). O número de vagas ofertadas no mês foi de 122 vagas sendo a mais ofertada de Operador de telecobrança, seguida por Auxiliar de cozinha.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Curso profissionalizante amplia chances de conseguir ocupação
A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou, na quarta-feira (26), em São Paulo, pesquisa realizada pelo Centro de Políticas Sociais da instituição, apontando que a chance de quem fez o ensino profissionalizante conseguir um emprego é maior do que a de quem estudou até o ensino médio. De acordo com o estudo ela chega a 48,2%.
“O que a gente mostra com esse estudo é que os retornos da educação profissional são ainda mais altos. Mesmo quando se considera o avanço que as pessoas têm com mais escolaridade formal, a educação profissional ainda dá um plus, ou seja, é um prêmio que a educação gera em termos de salário, ocupação e formalidade”, diz o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri.
Ganhos - O trabalho também constatou que os salários daqueles que têm um curso profissionalizante são até 12,94% mais altos. Entre os setores que mais empregam, estão o automobilístico (45,71%), o de finanças (38,17%) e o de petróleo e gás (37,34%).
Fonte: Agência Brasil
www.agenciabrasil.ebc.com.br
“O que a gente mostra com esse estudo é que os retornos da educação profissional são ainda mais altos. Mesmo quando se considera o avanço que as pessoas têm com mais escolaridade formal, a educação profissional ainda dá um plus, ou seja, é um prêmio que a educação gera em termos de salário, ocupação e formalidade”, diz o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri.
Ganhos - O trabalho também constatou que os salários daqueles que têm um curso profissionalizante são até 12,94% mais altos. Entre os setores que mais empregam, estão o automobilístico (45,71%), o de finanças (38,17%) e o de petróleo e gás (37,34%).
Fonte: Agência Brasil
www.agenciabrasil.ebc.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)